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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

TVI Vídeos

CASSADA: TRE-CE barra candidatura da mãe do cantor Wesley Safadão


O Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE) cassou, nesta quarta-feira (28), a candidatura da chapa de Maria Valmira Silva de Oliveira, a Dona Bill (PR) à prefeitura de Aracoiaba, a 73 km de Fortaleza.

Dona Bill, que é mãe do cantor Wesley Safadão, tentava se reeleger vice-prefeita ao lado do prefeito Antônio Cláudio (PSDB).

Segundo informações do UOL, a decisão também determina que a dupla fique inelegível durante oito anos. O texto com a sentença foi publicado no Diário de Justiça.

A juíza Cynthia Nóbrega Pereira F. Thomáz, da 67ª zona eleitoral, considerou que a chapa cometeu crimes de abuso de poder econômico e político.Eles entregaram, em junho, ambulâncias em um distrito de Aracoiaba que foram anunciadas como doação pessoal de Bill. Os veículos, no entanto, teriam sido comprados pela prefeitura.

A magistrada também considerou que a divulgação da entrega das ambulâncias no site institucional da prefeitura foi propaganda irregular."Não resta dúvida que as condutas relatadas acima são mais do que suficiente para viciar a vontade do eleitor e por em desvantagem os concorrentes, prejudicando, sobremodo, a lisura do pleito", escreveu a juíza.
Pelas redes sociais, Antônio Carlos considerou a decisão como um "golpe baixo". "Será possível que trabalhar pelo nosso povo e melhorar os atendimentos de saúde no nosso sertão merecem ser condenados e apeados da vitória?", questionam. A reportagem não conseguiu contato com a assessoria dos candidatos.
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sábado, 6 de agosto de 2016

TVI Vídeos

FOI AO VIVO: Vídeo de homem gritando "Fora Temer" durante entrevista do Jornal da Globo

"Fora, Temer!" no link do Jornal da Globo. cc Siga o @OLeoMartins no Twitter e fique atualizado.

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domingo, 3 de julho de 2016

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Decreto assinado por Temer e Kassab autoriza mudança societária na Globo

Em decreto publicado na segunda-feira, 27, no Diário Oficial da União, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e a Presidência da República autorizaram a “transferência indireta da concessão de serviço de radiodifusão de sons e imagens outorgada à Globo”. O documento da permissão ao grupo para realizar trocas acionárias nas emissoras que controla: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Recife e Brasília.

Em comunicado, a empresa afirmou que seu pedido tinha o objetivo de “preparar a empresa para a gestão da próxima geração, no qual os signatários transferirão a seus herdeiros diretos a nua-propriedade da maioria das ações de emissão da Organizações Globo”. A ideia, portanto, é manter o poder de voto no conselho da família, passando direitos da outorga dos irmãos que hoje controlam o grupo — Roberto Irineu, João Roberto e José Roberto Marinho — a herdeiros.

O decreto publicado no Diário é assinado por Michel Temer e pelo ministro Gilberto Kassab e estipula que as “alterações societárias deverão ser efetivadas e registradas perante o órgão competente no prazo de sessenta dias”.

Do Meio & Mensagem e Diário do Centro do Mundo(DCM)
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sexta-feira, 17 de junho de 2016

Admin

VEJA O VÍDEO: Em TV americana, ator Wagner Moura fala em Golpe de estado no Brasil

Ator criticou a cobertura da imprensa brasileira sobre o impeachment. Ele afirmou que a presidenta Dilma Rousseff foi afastada “sem nenhuma razão” e que a situação causa “uma grande ruptura” na democracia


O ator Wagner Moura esteve no talkshow de Chelsea Handler para divulgar a segunda temporada da série Narcos, da Netflix. Na atração, Arianna Huffington afirmou que os editores da sucursal brasileira de seu site – o Huffington Post – sempre falavam bem dele. O artista, então, devolveu o elogio. “Eu acho que vocês estão fazendo um ótimo trabalho por lá, especialmente agora, já que a cobertura que a imprensa está fazendo sobre o que acontece é muito limitada”, disse.

Wagner ainda elogiou o jornalista americano Glenn Greenwald, do site The Intercept, ressaltando que ele faz um “trabalho sensacional sobre o que está acontecendo”. Na conversa, o ator se referia ao conturbado momento político do Brasil e, em especial, ao processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff. Apesar de não ter votado na petista, ele classificou a situação como “algo muito próximo a um golpe de Estado”. “Afastaram [Dilma] sem nenhuma razão. Democraticamente, é uma grande ruptura”, criticou.



Foto: Divulgação
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terça-feira, 7 de junho de 2016

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PATRICIA PILLAR: Impeachment sem vergonha colocou mafiosos no Poder

A atriz Patricia Pillar postou uma critica ao governo interino de Michel Temer no Facebook:

“Não tenho nenhum compromisso com o PT ou com qualquer outro partido. Tenho milhões de críticas aos governos Dilma e Lula mas não dá pra me convencer que ter maltratado nossa já tão sofrida Democracia com este Impeachment sem vergonha pra colocar este governo de mafiosos no poder tenha valido a pena”.

Ela compartilhou ainda o link da matéria do New York Times, que dá medalha de ouro em corrupção para o governo Temer.
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domingo, 5 de junho de 2016

Admin

VEJA O VÍDEO: Garcia compara crise política, e Sabatella rebate: "Mas isso não é futebol"

Sem citar bandeiras de partidos políticos, Sabatella defendeu a liberdade da democracia, o respeito ao voto dos cidadãos e a tese de que tudo foi um "golpe armado". Já Garcia, o projeto de querer o fim da corrupção e um país melhor.

Os atores Letícia Sabatella e Márcio Garcia defenderam as suas respectivas posições em relação ao processo de impeachment que envolve a presidente afastada Dilma Rousseff (PT). Sem citar bandeiras de partidos políticos, Sabatella defendeu a liberdade da democracia, o respeito ao voto dos cidadãos e a tese de que tudo foi um "golpe armado". Já Garcia, o projeto de querer o fim da corrupção e um país melhor. O encontro foi promovido pelo apresentador Serginho Groismann, no "Altas Horas", da Globo, já na madrugada deste domingo (5).

Durante o debate, o galã da Globo chegou a comparar a atual crise política com a discussão entre torcidas de futebol, mas logo foi interrompido pela atriz. "O tempo que se perde discutindo o sexo dos anjos é como se sentasse aqui um corintiano, um palmeirense e um são paulino para discutirem qual é o melhor time. A gente não vai chegar a conclusão nenhuma", comparou Márcio Garcia. "Mas isso aqui não é futebol", rebateu Sabatella. "Perfeito. Deixa eu concluir", insistiu o ator, contrariado.

Atento às palavras de ambos, Groismann ressaltou que "nunca se discutiu tanto a política como nos tempos de hoje", mas que a discussão na redes sociais chegou a um ponto "raivoso" em vários momentos --ele evitou dizer "fora de controle". O apresentador questionou o posicionamento de cada um dos atores e quais foram as consequências disso.

Opinião de Letícia Sabatella

"Pela luta da democracia e pelo direito de falar, de não se calar, eu me posiciono. É um momento muito conturbado mesmo, é um momento que, se der tudo certo, será maravilhoso pela discussão fomentada, e ela é necessária. A gente precisa cada vez mais do nosso exercício de cidadania preservado, o nosso direito de cidadãos a votar, a ter o voto respeitado, ao projeto de governo eleito respeitado. Isso é muito importante. Então, o meu posicionamento é extremamente movido por um princípio de verdade, de democracia."

"Enquanto a repercussão, eu vi muitas coisas com o intuito de me calar. Então, são muitas ofensas que vêm [com o objetivo de] pare de falar. São muitas coisas infundadas, muitas mentiras --o R$ 1,5 da Lei Rouanet, é uma mentira, é uma calúnia. Existem xingamentos, incitação ao ódio e eu estou tomando medidas legais para que haja um limite e que seja exemplar. O meu posicionamento é um posicionamento que fugia do preto e do branco. Eu sou oposição a muitas coisas desse governo, do governo Dilma, do PT, desde a época do projeto de Transposição [do Rio São Francisco], mas eu vejo a importância desse governo e a legalidade que deve ser preservada, ele tirou milhões de pessoas da pobreza e da miséria. Não acho legítimo esse processo do impeachment, o quanto foi armado, o quanto foi um golpe."

Opinião de Márcio Garcia

"Eu não me senti ofendido, eu não fui xingado. A minha posição, desde o início, de ir para as ruas, era o de querer sair da minha zona de conforto, por eu ser um privilegiado e ter uma posição de vida, na qual eu não precise me preocupar com o meu caso e sim com a maioria da população do Brasil. Então, o tempo que se perde discutindo o sexo dos anjos é como se sentasse aqui um corintiano, um palmeirense e um são paulino para discutirem qual é o melhor time. A gente não vai chegar a conclusão nenhuma (...) Independentemente de achar que o meu time é melhor do que o seu... A gente tem de convergir. O que todo o mundo que está sentado aqui quer? Morar num país melhor. Todo mundo quer o fim da corrupção? Sim. Duvido que ela [a Letícia] não queira [também]. A gente não levantou bandeiras [de partido político], mas a gente quer a mesma coisa. Eu posso estar errado na minha posição, mas o que vale é a minha intenção.

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quinta-feira, 2 de junho de 2016

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Organização pede retirada de comercial na TV sobre impostos do cigarro

Após 16 anos, o horário nobre da televisão volta a ter propagandas relacionadas ao tabaco. Os filmes, assinados pelo Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNPC), são uma campanha sobre a relação entre aumento de tributo dos cigarros e a intensificação do contrabando do produto. A veiculação dos peças publicitárias chamou a atenção da Aliança de Controle do Tabagismo (ATC+), organização não governamental brasileira de enfrentamento às doenças relacionadas ao tabaco, que criou um abaixo-assinado na plataforma Change.org para pressionar a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a retirar as propagandas do ar.

A mobilização defende que esta publicidade é uma tentativa de desinformar a população, especialmente os jovens, porque coloca em cheque a medida mais eficaz para redução do tabagismo: o aumento de preços e impostos. A petição está em www.change.org/PropagandaDeCigarro e a Anvisa está sendo notificada pelo sistema do site.

“Os comerciais do FNPC deixaram a todos nós, que trabalhamos com controle do tabagismo, indignados. Primeiro porque o aumento de preços e impostos de cigarros é comprovadamente a medida mais eficaz para reduzir o tabagismo e segundo porque recolocam os cigarros em anúncios de TV, o que é um retrocesso e precisa ser detido pela Anvisa”, conta Mônica Andreis, vice-diretora da ACT+. De acordo com o site do FNPC, as duas grandes empresas de tabaco do Brasil – Souza Cruz e Phillip Morris – são associadas ao fórum.
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Ministro do STF reconduz Ricardo Melo a diretor-presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC)

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), deferiu em decisão nesta quarta-feira 1º liminar apresentada pelo jornalista Ricardo Melo e o reconduziu ao cargo de diretor-presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) até decisão final da corte.

Melo havia sido exonerado do cargo pelo governo interino de Michel Temer antes do fim de seu mandato de quatro anos, o que vai contra a lei da empresa. Ele foi nomeado por Dilma Rousseff dias antes do afastamento da presidente.
Laerte Rimoli, que assumiu o comando da EBC no lugar de Melo, exonerou até agora quase 50 gestores e funcionários sob a alegação de "desaparelhar" a empresa. Além disso, determinou o fim do uso do termo "presidenta" nas reportagens, o que Dilma classificou como "lamentável".

Em um artigo publicado nesta quinta, a colunista do 247 Tereza Cruvinel, fundadora da EBC, que também foi demitida do cargo de comentarista e entrevistadora, faz um relato sobre o risco do futuro da empresa. Leia a íntegra:

Futuro da EBC em risco

Em nefasta combinação de prepotência e desinformação, o governo Temer atirou-se com fúria ao desmonte da EBC (Empresa Brasil de Comunicação).

Reduzi-la a uma agência de divulgação do Poder Executivo, como se cogita, será o fim da mais importante iniciativa para a democratização das comunicações, desperdiçando recursos e energias empregados para dar forma à previsão do artigo 223 da Constituição: a coexistência entre sistemas de radiodifusão privada, pública e estatal.

O governo promete uma medida provisória alterando o coração da lei da EBC. Nela, terá de dizer claramente o que pretende da empresa: comunicação pública para a sociedade ou publicidade para o governo de plantão.

Além da demissão do diretor-presidente Ricardo Melo, violando mandato garantido em lei, a intervenção atropelou o Conselho Curador (15 representantes da sociedade, quatro do governo, dois do Congresso e um dos empregados). Está em curso, a pretexto de "desaparelhar" a empresa, uma caça às bruxas que já exonerou quase 50 gestores e funcionários.

Primeira presidente da EBC, afastei-me da estatal no final de meu mandato, em 2011, retornando há três meses como entrevistadora e comentarista. Tive o contrato (modestíssimo, à prova de lorotas) suspenso numa clara seleção política que alcançou também profissionais como Luis Nassif, Paulo Moreira Leite, Sidney Rezende, Albino Castro e Emir Sader. Mas não é por isso que estou neste debate.

Presidi a diretoria inaugural que, em 2007, negociou no Congresso e implantou a empresa e a TV Brasil. Tenho responsabilidade pelo feito e compromisso com a sobrevivência do sistema público, que ultrapassa a EBC, mas tem nela o pilar central.

Em outra frente, o Ministério das Comunicações expandiu as rádios e TVs comunitárias e regulamentou as redes digitais da Cidadania, Cultura e Educação, previstas no sistema brasileiro de TV digital.

Esse conjunto formará com a EBC o sistema brasileiro de comunicação pública, não comercial e não governamental. Sobre a continuidade dessas outras ações, o governo ainda não disse nada.

A EBC explora ainda oito emissoras de rádio, sendo que algumas cobrem grandes vazios de sinal na Amazônia. Os conteúdos livres da Agência Brasil abastecem veículos nacionais e estrangeiros. Lá fora, milhões de brasileiros recebem a TV Brasil Internacional sem taxa extra de assinatura.

Por meio de unidade específica, a EBC presta ao governo serviços contratados, como transmissões da TV NBR, vitrine do Executivo similar às emissoras dos outros dois Poderes.

Com apenas oito anos de existência, a EBC não responde ainda plenamente à sua missão, mas faz diferença na paisagem. Isso explica a fúria. Muitos problemas ainda exigem solução.

A TV Brasil nunca teve rede própria no sistema analógico, pois ao nascer o espectro já fora todo ocupado por emissoras privadas. Só terá cobertura nacional no sistema digital, o que demanda tempo e dinheiro. Como elevar a audiência com tão precária distribuição?

Livres do jugo publicitário e dos interesses políticos, os canais públicos existem, aqui e em outros países, para garantir a expressão dos sem-voz e da diversidade social, política e cultural.

A EBC vem sustentando programação dessa natureza, mesmo com limitações técnicas, de inovação ou linguagem. Que emissora comercial aberta oferece tantas horas de boa programação infantil?

Caberá também à sociedade, e não só ao governo, decidir sobre o futuro da EBC: aprimorar o que foi feito ou jogar tudo fora? Essa é a questão agora.

Artigo publicado na Folha de S. Paulo
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domingo, 29 de maio de 2016

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DEBATE: Proibição de publicidade infantil na TV divide opiniões em audiência na Câmara

Não houve consenso na audiência pública desta terça-feira (24) da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados sobre o projeto de lei (PL702/11) que proíbe a veiculação de publicidade destinada ao público infantil na televisão entre as 7 horas e as 22 horas.
Enquanto, de um lado, alguns debatedores afirmaram que o fim desse tipo de publicidade é inconstitucional, pois seria uma forma de censura; de outro, os defensores da proposta ressaltaram que os anunciantes usam da vulnerabilidade infantil para transformar as crianças em consumidores.

O advogado do Instituto Alana, organização não governamental responsável pelo projeto Criança e Consumo, Pedro Hartung, defendeu que as propagandas infantis sejam direcionadas aos pais. “É um pedido justo e ético, que respeita tanto a criança quanto a legislação que a protege, porque infelizmente a publicidade está em todos os espaços em que meninos e meninas convivem. Os anúncios também estão na internet, em jogos camuflados e no meio da novelinha infantil”, declarou.

Hartung informou que existem estudos segundo os quais o público de 6 a 8 anos não distingue a publicidade do conteúdo da programação. Além disso, dos 8 aos 12 anos, a criança ainda não entende o caráter persuasivo dos anúncios.

O advogado contou que o instituto recebe denúncias sobre empresas que têm utilizado o ambiente escolar para vender produtos e serviços. De acordo com ele, muitas vezes, um espetáculo supostamente educativo é, na verdade, uma forma de fazer propaganda da mascote de determinada marca.

Autorregulamentação

Já o presidente do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar), Gilberto Leifert, argumentou que os anunciantes já estão sujeitos a um rigoroso código de ética e destacou que o Conar frequentemente retira do ar peças que, de alguma forma, desrespeitem as crianças. Contrário ao PL 702/11, Leifert sustentou que são os próprios pais que devem decidir qual a programação ideal para os filhos.

“Nós acreditamos que liberdades públicas e o direito do consumidor à informação estão em jogo. A sugestão do Conar é que as crianças sejam preparadas para conviver com o consumo. O ideal seria uma cadeira no ensino fundamental que ensinasse os alunos a desenvolver o seu senso crítico em relação à propaganda, à notícia e à comunicação em geral”, disse.

O dirigente do Conar acrescentou que a sociedade moderna proporciona informação por diferentes maneiras: “Discriminar a TV aberta e a televisão por assinatura não seria uma solução porque hoje as crianças são alcançadas pela publicidade que chega nos celulares, nos videogames, na internet e por todos os outros meios”.

Proteção à criança
Por sua vez, a representante do Movimento Infância Livre do Consumismo, Mariana de Sá, afirmou que o sistema de autorregulamentação existente não é suficiente. De acordo com ela, as denúncias ao Conar demoram de dois a três meses para serem apreciadas e a maior parte das sentenças determina que a campanha seja alterada ou tirada do ar.

“Deve ser feito um pacto de toda a sociedade, dos anunciantes, dos professores, dos pais, das emissoras de TV, dos produtores de conteúdo em prol da criança, que não tem estrutura mental para lidar com a persuasão publicitária”, pediu Mariana.

Voto alternativo

O projeto de lei, de autoria do deputado Marcelo Matos (PHS-RJ), já foi rejeitado pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços em outubro do ano passado. O parecer do relator na Comissão de Ciência e Tecnologia, deputado Sandro Alex (PSD-PR), também é pela rejeição.

A deputada Tia Eron (PRB-BA), no entanto, afirmou que é possível que uma proposta alternativa seja apresentada ao texto do relator. “Acredito que haverá uma virada sobre esse projeto, porque a Casa não pode perder de vista a percepção e a importância da primeira infância”, apontou.

O debate desta terça foi solicitado pelos deputados Roberto Alves (PRB-SP), Margarida Salomão (PT-MG) e Luiza Erundina (Psol-SP).

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ENTENDA O CASO: Michel Temer causa prejuízo de quase R$ 200 mil ao SBT

interino cancelou entrevista
O presidente interino Michel Temer “deu o cano” no SBT e causou um prejuízo à emissora de R$ 175 mil, na última quarta-feira (25), em Brasília. O líder político cancelou uma entrevista pouco antes do horário marcado.

O canal mobilizou pessoal da técnica, iluminados e câmeras, além de alugar equipamentos de luz para a reportagem, segundo o colunista Flávio Ricco.

Vale lembrar que a emissora de Silvio Santos, no entanto, não transmitiu a votação do pedido de impeachment de Dilma Rousseff e chegou a debochar do momento. “Não gostei. Demorou muito”, ironizou em seu programa.
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sábado, 28 de maio de 2016

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Paulo Moreira Leite também foi demitido na TV Brasil


Jornalista não alinhado com Temer é afastado da TV Brasil

Assim como ocorreu à colunista Tereza Cruvinel, o também âncora da TV Brasil, Paulo Moreira Leite, foi dispensado da EBC. Sua saída coincide com a chegada do novo presidente da Empresa, Laerte Rímoli, que foi assessor da campanha de Aécio Neves à Presidência da República. A mudança na administração da TV ocorre após a posse do presidente interino, Michel Temer. O discurso oficial é o de que a TV Brasil é cara e estaria ideologicamente ligada ao governo que deixou o poder, o PT. Entretanto, o que de fato acontece, é que o contraponto político vinha ampliando a audiência do canal.

Ontem, conforme noticiamos em Conexão Jornalismo, foi o dia em que Tereza Cruvinel revelar seu afastamento da TV Brasil. Ela, ao lado de PML, fazia duas incursões no jornalismo da EBC nos jornais vespertino e noturno. Ao contrário da acusação de partidarismo, Tereza critica abertamente o governo do PT, da mesma forma que o fazia com relação a oposição.

Prova disso é que representantes da oposição eram convidados constantemente para participar dos programas da casa. Esta semana, por outro lado, na gestão de Rímoli, a senadora Vanessa Grazziotin (PC do B-AM), que falaria no programa Espaço Público, apresentado pelo mesmo Paulo Moreira Leite - trata-se de um flagrante de censura política.

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quinta-feira, 26 de maio de 2016

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GROTESCO: Jornalista critica encontro de Alexandre Frota no Ministério da Educação

 Alexandre Frota e Mendonça Filho (DEM)

O escritor e jornalista Lira Neto criticou o encontro do ministro da Educação Mendonça Filho (DEM) com o ator Alexandre Frota.

"Imaginei que, numa altura dessas da vida, nada mais me chocasse em política. Mas a imagem de um ator pornô sendo recebido em audiência por um ministro da Educação é, sem dúvida, uma das cenas mais grotescas de que se tem notícia em toda a história da República brasileira", disse.
O ministro da Educação, Mendonça Filho recebeu ontem Alexandre Frota e Marcelo Reis, fundador e líder do grupo Revoltados Online, que se engajaram no impeachment, para uma reunião em Brasília.

O encontro não estava na agenda oficial do ministro ao longo de toda a manhã, mas foi incluído no início da tarde, após a repercussão sobre a reunião nas redes sociais.

Mendonça Filho (DEM) e Alexandre Frota
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domingo, 15 de maio de 2016

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DE COSTUME: Apresentador do SBT, Danilo Gentili destila preconceito no Twitter

Danilo Gentili destila preconceito ao chamar Regina Sousa, senadora negra do Piauí, de 'tia do café'


HuffPost Brasil | De Ana Júlia Gennari

Durante a votação do processo de impeachment no Senado, na noite desta quarta (11), Danilo Gentili não deixou de fora sua tendência a despejar preconceitos no Twitter.

Quando a senadora Regina Sousa (PT/PI) foi discursar contra o impeachment da presidente Dilma Roussef, Gentilli tuitou:

Regina é mulher negra e senadora do PT pelo estado do Piauí. Em sua fala no Senado, ela criticou o sexismo e a misoginia que vê como componentes fortes nesse processo:


"É como se nos dissessem 'mulher não pode'. Reafirmo que desde o início esse era um jogo jogado, decidido. (...) A história da humanidade está cheia de golpes travestidos de atos democráticos. Quem é que não ouviu que iria se implantar a ditadura para se preservar a democracia?", afirmou.

Segundo a senadora, o governo Temer não vai contemplar o subsídio de programas que favoreça a camada mais pobre da população: "Logo logo vai ficar claro quem vai pagar o pato: negros, indígenas, mulheres, população LGBT, religiões de matriz africana, políticas de cotas, Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida, luz para todos."

A comparação racista e elitista feita pelo apresentador dividiu as pessoas nas redes sociais.

Alguns o apoiaram e endossaram o coro de preconceitos:


Já outros o criticaram arduamente pela colocação:

O jornal EXTRA fez uma nota, ainda na noite de quarta (11), sobre a repercussão da fala de Gentili.
O comediante se irritou com a matéria e respondeu em seu Twitter que apenas "zuou a senadora" pela dificuldade que ela tinha em se expressar -- como se isso melhorasse o cenário e não fosse extremamente elitista:
De acordo com o EXTRA, na noite de ontem a assessoria da senadora Regina Sousa ainda desconhecia a declaração de Danilo Gentili, mas afirmou que iria se posicionar nesta quinta-feira (12).
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